Projeto piloto
2026 a 2029

O Brasil tem talento. O que falta, muitas vezes, é estrutura, continuidade, cultura esportiva e oportunidade no momento certo.
O Onze Futuro nasce como uma frente de desenvolvimento de base da 11RUN para acompanhar jovens atletas entre 10 e 13 anos, ajudando a construir repertório, disciplina, ambiente competitivo, suporte técnico, apoio emocional e uma base mais sólida para o futuro do atletismo de fundo.

2026 a 2029
4 atletas acompanhados de perto
3 anos de desenvolvimento
técnico, docente e emocional
crescimento guiado por análise
base antes da cobrança
O projeto piloto do Onze Futuro começa com atletas que já carregam no corpo e no coração a alegria de correr, aprender, competir e sonhar grande.

Aimê começou a correr bem pertinho do papai, seu parceiro de todos os momentos, e o que parecia apenas uma brincadeira virou uma linda surpresa: ela mostrou resistência, coragem e um amor enorme pela pista.
Além da corrida, também pratica ginástica artística, atividade que ajuda no desenvolvimento da coordenação, equilíbrio, força e consciência corporal. Fora dos treinos, ama brincar, estar com a família e cuidar dos seus dois goldens, Darry e Happy.
Mesmo tão nova, Aimê já demonstra uma relação muito especial com o esporte. Quando subiu ao pódio pela primeira vez, resumiu tudo com uma frase inesquecível: “É mais legal que Natal e aniversário.” Seu grande sonho é ser medalhista olímpica.

Maria Eloiza descobriu o atletismo vendo o papai correr. A curiosidade virou vontade, a vontade virou pedido, e depois de ganhar seu primeiro tênis de corrida, ela nunca mais parou.
Cheia de energia, é daquelas crianças que parecem ligadas no 220. Ama correr, pedalar, brincar, dançar e estar sempre em movimento. Sua alegria aparece em tudo o que faz, principalmente quando está competindo ou vivendo novas experiências no esporte.
Em pouco tempo, já participou de provas oficiais e mostrou que determinação também pode vir acompanhada de muita doçura, espontaneidade e um sorriso que ilumina tudo ao redor.

Emanuelly, carinhosamente chamada de Manu, começou na corrida por incentivo do pai e logo descobriu que aquele também era o seu lugar. Desde pequena, já chamava atenção nas corridas infantis pela força, disciplina e disposição para competir.
Manu é uma menina inteligente, carinhosa, estudiosa e muito ligada à família. Fora das pistas, ama desenhar, ler, nadar, pedalar, brincar no parquinho e começar o dia com seu querido pão com ovo.
Na corrida, encanta pela entrega. Em casa, encanta pela alegria. É daquelas atletas que fazem tudo com brilho nos olhos: forte, doce e determinada.

Sophia, nossa Soso, encontrou na corrida o seu grande amor. Antes de chegar ao atletismo, passou pela ginástica rítmica, onde desenvolveu coordenação, expressão corporal e disciplina. Hoje, além de correr, também pratica natação e já sonha com novos desafios, quem sabe até no triathlon.
Carinhosa, comunicativa, determinada e dona de uma personalidade forte, Soso sabe muito bem o que quer. Quando coloca algo na cabeça e no coração, vai atrás com energia, foco e coragem.
Ela ama passear, competir e viver experiências que a façam se movimentar. Na pista, leva toda essa intensidade linda: corre com vontade, com alegria e com aquela força de quem não desiste fácil.
O problema não nasce no cronômetro. Nasce antes: no acesso, no calendário, na rotina escolar, na ausência de pistas, no apoio às famílias e na falta de perspectiva.
O atletismo de fundo brasileiro revela talentos todos os anos, mas muitos jovens chegam tarde ao processo de formação. Em vários casos, a criança só descobre a corrida de fundo quando já perdeu uma fase preciosa de desenvolvimento motor, coordenação, ritmo, resistência lúdica, disciplina esportiva e convivência no ambiente competitivo.
Enquanto em países como Japão, Estados Unidos, Quênia, Uganda, Etiópia e Noruega muitas crianças crescem em ambientes onde o movimento faz parte da rotina, no Brasil a formação de base ainda depende mais do acaso do que de um caminho estruturado.


O Onze Futuro nasce da observação prática da 11RUN dentro do ambiente das corridas, da convivência com jovens atletas, do contato com famílias envolvidas no esporte e da percepção de que existe um espaço importante entre a infância ativa e a formação competitiva.
A iniciativa nasce também de uma cultura compartilhada entre famílias que entendem o esporte como formação, disciplina, convivência, educação, saúde, resiliência e construção de futuro.
Antes da performance, existe base. Antes do treino forte, existe movimento. Antes do atleta maduro, existe uma infância ativa.
Começar cedo não é forçar cedo.
Mais do que colocar crianças para correr provas, queremos formar pessoas e atletas. Mais do que buscar medalhas agora, queremos construir uma base que possa sustentar o futuro.
O projeto entende que o desenvolvimento esportivo depende de criança, família, orientação técnica, apoio psicológico, ambiente competitivo, rotina, materiais, calendário, convivência e continuidade.
A primeira fase acontecerá de 2026 a 2029, permitindo acompanhamento real, estudo de evolução e validação do modelo.
A fase inicial começa com 4 atletas para permitir acompanhamento próximo, coleta de dados, análise individual e refinamento da metodologia.
Profissionais capacitados atuarão para apoiar o desenvolvimento esportivo, emocional, familiar e educacional.
Os pais compartilham uma visão comum: esporte como formação, e não como pressão precoce.
O circuito será usado como ambiente preparatório, educativo e competitivo, adequado às fases de desenvolvimento.
O crescimento acontecerá conforme dados, resultados, viabilidade, estrutura e capacidade de preservar qualidade.
Um ecossistema de formação para jovens atletas, unindo suporte, orientação, materiais, convivência esportiva, ambiente competitivo e acompanhamento contínuo.
Inserção gradual em convivência com atletas, treinadores, competições e referências esportivas sem antecipar cobranças inadequadas.
Orientação esportiva, acompanhamento de evolução, organização de rotina e desenvolvimento progressivo das capacidades físicas e técnicas.
Construção de confiança, disciplina, autonomia, controle emocional, resiliência e mentalidade competitiva saudável.
Acompanhamento em desenvolvimento motor, educação, rotina, adaptação e suporte às famílias.
Suporte financeiro mensal para reduzir barreiras de acesso, permanência e desenvolvimento dentro do esporte.
Fornecimento de materiais de treino, equipamentos básicos e recursos necessérios para melhores condições de evolução.
Participação no Circuito 11RUN e em experiências competitivas progressivas, respeitando idade, maturação e repertório físico.
Apoio aos responsáveis na compreensão das etapas de desenvolvimento, rotina esportiva e importância da continuidade.
Inserção gradual inspirada em grandes culturas esportivas, com adaptação à infância e à realidade brasileira.
A proposta não é limitar o projeto a 4 atletas. A proposta é começar com responsabilidade.
O Onze Futuro começará com uma primeira turma de amostragem formada por 4 atletas, acompanhados durante o ciclo inicial de 2026 a 2029.
Essa fase permitirá estudar e aprimorar a metodologia, observando evolução esportiva, adaptação competitiva, permanência, maturidade emocional, rotina, desenvolvimento motor, apoio familiar, impacto dos materiais, ajuda de custo e viabilidade de expansão.

Seleção da primeira turma, estruturação do acompanhamento, integração ao ambiente 11RUN e início da metodologia.
Acompanhamento da evolução, análise de rotina, participação em circuitos preparatórios e ajustes individuais.
Observação de maturidade esportiva, disciplina, progresso técnico, adaptação competitiva e fortalecimento do modelo.
Avaliação dos resultados, aprendizados, viabilidade, impacto e possibilidades de ampliação do projeto.
O projeto começa com 4 atletas entre 10 e 13 anos, acompanhados por 3 anos em uma fase de estudo, validação e desenvolvimento.
Os atletas terão suporte técnico, psicológico, esportivo, educacional e institucional dentro do ecossistema 11RUN.
A participação no Circuito 11RUN servirá como ambiente preparatório, educativo e progressivo.
A evolução será conduzida com respeito à idade, maturação, adaptação, segurança e individualidade.
O projeto acompanhará dados, evolução, comportamento, permanência, rotina e impacto do suporte oferecido.
A ampliação acontecerá de acordo com resultados, viabilidade, capacidade técnica e preservação da qualidade.
Se queremos atletas maduros aos 19 ou 20 anos, precisamos formar antes. Se queremos alto rendimento, precisamos de base. Se queremos futuro, precisamos de ecossistema.
Começaremos com 4 atletas. Mas a missão é maior: criar cultura, desenvolver disciplina, abrir caminhos, estudar a base, validar um modelo e construir um futuro possível para mais jovens corredores.
Se você conhece uma criança entre 10 e 13 anos com interesse, potencial, disciplina ou paixão pela corrida, cadastre para avaliação da equipe 11RUN.